sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Em 2011, Cuba formará mais de 22 mil médicos estrangeiros

Via Solidários/SC, com informações da Prensa Latina

Cuba terminará este ano com quase 22 mil médicos, de 66 países, formados com programas de estudos semelhantes aos aplicados na Ilha, que privilegiam a prevenção sanitária.

Este número se completará em dezembro, com a primeira graduação de médicos na Venezuela, que conta com professores e métodos cubanos, adiantou o diário Granma, depois de contabilizar a graduação, até agora, de cerca de 13.600 médicos de outros países.

O maior número, quase 10 mil, estudou na Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana, aberta em 1999 para inicialmente formar jovens da América Central, afetada no ano anterior pelo furacão Mitch.

Logo em seguida a iniciativa do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, ampliou-se ao restante da América Latina, Ásia, África e inclusive a comunidades pobres dos Estados Unidos.

Segundo o Granma, Cuba tem matriculados em universidades médicas em torno de 21 mil bolsistas de 113 nações, e mais de 1.700 deles frequentam aulas em seus próprios países, nos últimos anos de curso.

Aos dados somam-se outros 34 mil jovens preparados por professores cubanos na Guiné Bissau, Timor Leste, Gâmbia, Tanzânia, Eritreia, Guiné Equatorial, Angola, Bolívia, Nicarágua, além de África do Sul, Guiana e Venezuela.

Também realizam estudos de pós-graduação em Cuba quase 1.600 médicos de 52 países, em Medicina Geral Integral e em uma segunda especialidade.

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