segunda-feira, 12 de março de 2012

Quarta-feira, dia 14, livro de Fidel será lançado simultaneamente em 14 países

O novo livro de Fidel resultou do encontro realizado em fevereiro.
Via Vermelho e publicado na Prensa Latina

O acadêmico argentino Atílio Borón e o advogado cubano-estadunidense José Pertierra serão os conferencistas na lançamento do livro Nosso dever é lutar, do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, na quarta-feira, dia 14.

O volume será lançado simultaneamente em Havana, Caracas, Quito, Buenos Aires, Luanda, São Domingos, La Paz, Cidade do México, Bridgetown (Barbados), San Juan (Porto Rico), Kingston (Jamaica), Washington, Madri e Berlim.

José Pertierra, que participará na apresentação em Washington, disse ao Portal Cubadebate que o material, resultado do diálogo entre Fidel Castro e intelectuais da América, África e Europa em fevereiro passado, demonstra a inquietação destas pessoas diante da crise do planeta.

A conferência de lançamento funcionará na sede do Escritório de Interesses de Cuba nos Estados Unidos e será composto também pelo jurista David Brooks, jornalista do diário mexicano La Jornada; James Early, do Museu Smithsonian, dos Estados Unidos; e dois professores, um deles especialista em temas culturais.

O que se viu nessa conversação de intelectuais do mundo, afirmou Pertierra, “é a grande preocupação que eles têm, e também Fidel, diante dos problemas que existem no Oriente Médio e na América Latina. Identificamos os problemas, mas o que se está buscando é a solução. Essa solução pode ser encontrada mediante a conversação e o diálogo, pela dialética”, enfatizou.

Por seu turno, Atílio Borón anunciou que a apresentação de Buenos Aires se realizará no Centro Cultural da Cooperação e da mesma participarão, além dele, outras três pessoas que estiveram no encontro com Fidel no Palácio das Convenções de Cuba: Stella Calloni, Vicente Battista e Juano Villafañe.

“O encontro de fevereiro foi uma rodada de discussões sobre os grandes temas atuais, repassados em longas horas de conversação, em que esteve presente Fidel Castro, que fez comentários, observações e perguntas”, informou Borón.

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