segunda-feira, 2 de julho de 2012

EUA aumentam a campanha midiática contra Cuba


O governo dos Estados Unidos intensificou sua campanha midiática de difamação contra Cuba, manipulando os objetivos da atualização do modelo econômico socialista que ocorre na Ilha, denunciou o jornal Granma. De acordo com um artigo publicado no diário, os ataques buscam manter à opinião pública norte-americana confusa e sem o conhecimento da realidade de Cuba.

“Quando um cidadão dos Estados Unidos visita Cuba – aqueles que estão sendo autorizados pelo governo de seu país a visitar a Ilha –, ele fica surpreso a cada minuto, pois a diferença é muito grande daquilo que ele está vendo e daquilo que tinha ouvido e lido sobre Cuba”, anotou o artigo.

Pelas leis do bloqueio vigente por mais de meio século, Washington proíbe os estadunidenses de visitarem Cuba, exceto casos pontuais nos quais autoriza viagens sob licenças e restrições.

O artigo do Granma alerta para um recrudescimento da cruzada midiática dos EUA, a partir da manipulação das informações sobre as transformações em curso na Ilha. Esse processo, dentro das características do socialismo, busca elevar a eficiência econômica e a produtividade cubana, sendo que suas resoluções foram aprovadas em abril de 2011 no 6º Congresso do Partido Comunista, depois de um enorme debate e participação popular.

“Nos novos ataques midiáticos, afirmam que as mudanças refletem uma vontade de regressar ao passado capitalista de Cuba, diante de uma suposta incapacidade do governo de encaminhar de outra forma o fracasso da economia na perspectiva do socialismo”, afirma o texto.

De acordo com o Granma, o ataque mediático consiste em repetir “de mil maneiras diferentes” afirmações sobre o fracasso da Revolução, o isolamento de Cuba, o descontentamento, as deserções, as carências, a repressão, os direitos humanos violados e as liberdades econômicas limitadas.

A atual campanha contra Cuba enquadra-se dentro do curso do bloqueio midiático contra Cuba, promovido pela Casa Branca, que, desde 1997, já gastou mais de US$200 milhões em subversão para desestabilizar o governo cubano, valor que não inclui o dinheiro pago aos contrarrevolucionários.

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