segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Cuba faz homenagem a Che Guevara, morto há 45 anos

Na segunda-feira, dia 8, cubanos de todas as gerações prestaram homenagem a um dos principais paradigmas das juventudes, Ernesto Guevara, que foi assassinado há 45 anos, na Bolívia.
 
 
O guerrilheiro, conhecido mundialmente pelo apelido de Che, ainda vive em Cuba nas palavras de ordem das crianças que de todas as escolas aspiram ser como ele, em livros de história, nas palavras escritas em muros de parques e edifícios.
 
Também pode-se encontrá-lo entre os retratos em qualquer casa cubana. Guevara é um exemplo para os mais jovens e um homem admirável, correto, humilde e inteligente para muitos que lhe conheceram em Cuba, onde lutou por uma revolução, ocupou altos cargos de governo, dirigiu o Banco Nacional e o Ministério de Indústrias, construiu família e amigos.
 
Nas escolas cubanas, professores e estudantes evocaram na segunda-feira, dia 8, seu pensamento crítico e a vocação internacionalista que o levou ao Congo e à Bolívia com o fim altruísta de libertar outros povos.
 
Naquele país sul-americano caiu ferido em combate em 8 de outubro de 1967, seus inimigos não esperaram muito para assassinar o herói e expor seu cadáver como um troféu.
 
Cuba chorou pelo jovem rebelde, o trabalhador incansável, o pai, o filho, o amigo, enquanto a imagem do médico combatente internacionalista se espalhava pelo mundo como ícone que já não tem época porque pode-se encontrar em qualquer continente.
 
A cada 8 de outubro os cubanos rendem tributo à memória do legendário guerrilheiro heroico, cujos restos, achados em 1997, descansam desde então em um mausoléu na cidade de Santa Clara, na região central de Cuba que o admira.
 
Viva Che!

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